terça-feira, 22 de junho de 2010
BCE - Brazil Culinary Exchange
A BCE - Brazil Culinary Exchange, ou Culinária Brasil, vencedora do Prêmio Santander de Empreendedorismo 2009, no Boa Chance de 20/06/10.
terça-feira, 20 de abril de 2010
de encontro / ao encontro
Esse texto não poderia ser copiado, segundo a Uniflora, mas não resisti. É do site deles.
Receberam prêmio de melhor franquia, mas vão
de encontro às expectativas dos clientes. Em época que mais se fala na importância do consumidor, é impressionante uma empresa fazer tanto sucesso indo contra as expectativas deles. Devem estar de acordo com aquela máxima de que as pessoas não sabem o que realmente querem. Ótima visão.
Já o "onde" vai de encontro às normas de uso desse advérbio, mas dele não estou afim de tratar (novamente).
A Uniflora é uma empresa de origem brasileira fundada em 1991. Com um diferencial das demais empresas do ramo, colocamos no mercado um negócio altamente qualificado, de encontro às expectativas dos consumidores, onde priorizamos beleza, saúde e qualidade total em nossos produtos e serviços.
Receberam prêmio de melhor franquia, mas vão
de encontro às expectativas dos clientes. Em época que mais se fala na importância do consumidor, é impressionante uma empresa fazer tanto sucesso indo contra as expectativas deles. Devem estar de acordo com aquela máxima de que as pessoas não sabem o que realmente querem. Ótima visão.
Já o "onde" vai de encontro às normas de uso desse advérbio, mas dele não estou afim de tratar (novamente).
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Não é o PET, não é o PET, não é o PET.
Hoje li uma matéria a respeito do lançamento do nova garrafa PET por parte da Cola-Cola. As novas embalagens são feitas com menos materiais não renováveis e com alguma substância vegetal, mais ecológica. O novo processo produtivo joga menos CO2 na atmosfera também (que tem sido considerado um dos grandes culpados pelo aquecimento global).
A garrafa PET é menos um inferno, melhor não a produzir. Muita gente acha genial o que fazem com reaproveitamento desses plásticos, mas a maioria do que se produz é pouco útil, feio e desconfortável. Já vi poltrona de PET; complicado. Esses produtos são, ainda por cima, inflamáveis, logo perigosos.
Reaproveitamento de PET não é legal, porque é índicador de que mais dessa procaria foi produzido.
Segue então o lema: garrafa PET boa é garrafa PET não produzida.
Sobre a embalagem nova da Coca, chama-se PlantBottle e foi lançada no dia 25 de março. Trinta por cento à base de planta. Feita a partir da cana-de-açúcar, pode representar economia grande graças à grande quantidade de petróleo que deixará de ser consumida.
A garrafa PET é menos um inferno, melhor não a produzir. Muita gente acha genial o que fazem com reaproveitamento desses plásticos, mas a maioria do que se produz é pouco útil, feio e desconfortável. Já vi poltrona de PET; complicado. Esses produtos são, ainda por cima, inflamáveis, logo perigosos.
Reaproveitamento de PET não é legal, porque é índicador de que mais dessa procaria foi produzido.
Segue então o lema: garrafa PET boa é garrafa PET não produzida.
Sobre a embalagem nova da Coca, chama-se PlantBottle e foi lançada no dia 25 de março. Trinta por cento à base de planta. Feita a partir da cana-de-açúcar, pode representar economia grande graças à grande quantidade de petróleo que deixará de ser consumida.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Hoje, fato!
Essa noite eu tive um sonho de sonhador
Maluco que sou, eu sonhei... com o dia em que a Terra parou.
Foi assim, no dia em que todas as pessoas do planeta inteiro
Resolveram que ninguém ia sair de casa
Como que se fosse combinado em todo
o planeta
Naquele dia, ninguém saiu de casa, ninguém ninguém
O empregado não saiu pro seu trabalho
Pois sabia que o patrão também não tava lá
Dona de casa não saiu pra comprar pão
Pois sabia que o padeiro também não tava lá
E o guarda não saiu para prender
Pois sabia que o ladrão, também não tava lá
e o ladrão não saiu para roubar
Pois sabia que não ia ter onde gastar
No dia em que a Terra parou
E nas Igrejas nem um sino a badalar
Pois sabiam que os fiéis também não tavam lá
E os fiéis não saíram pra rezar
Pois sabiam que o padre também não tava lá
E o aluno não saiu para estudar
Pois sabia o professor também não tava lá
E o professor não saiu pra lecionar
Pois sabia que não tinha mais nada pra ensinar
No dia em que a Terra parou (Ôôôô)
O comandante não saiu para o quartel
Pois sabia que o soldado também não tava lá
E o soldado não saiu pra ir pra guerra
Pois sabia que o inimigo também não tava lá
E o paciente não saiu pra se tratar
Pois sabia que o doutor também não tava lá
E o doutor não saiu pra medicar
Pois sabia que não tinha mais doença pra curar
No dia em que a Terra parou
Maluco que sou, eu sonhei... com o dia em que a Terra parou.
Foi assim, no dia em que todas as pessoas do planeta inteiro
Resolveram que ninguém ia sair de casa
Como que se fosse combinado em todo
o planeta
Naquele dia, ninguém saiu de casa, ninguém ninguém
O empregado não saiu pro seu trabalho
Pois sabia que o patrão também não tava lá
Dona de casa não saiu pra comprar pão
Pois sabia que o padeiro também não tava lá
E o guarda não saiu para prender
Pois sabia que o ladrão, também não tava lá
e o ladrão não saiu para roubar
Pois sabia que não ia ter onde gastar
No dia em que a Terra parou
E nas Igrejas nem um sino a badalar
Pois sabiam que os fiéis também não tavam lá
E os fiéis não saíram pra rezar
Pois sabiam que o padre também não tava lá
E o aluno não saiu para estudar
Pois sabia o professor também não tava lá
E o professor não saiu pra lecionar
Pois sabia que não tinha mais nada pra ensinar
No dia em que a Terra parou (Ôôôô)
O comandante não saiu para o quartel
Pois sabia que o soldado também não tava lá
E o soldado não saiu pra ir pra guerra
Pois sabia que o inimigo também não tava lá
E o paciente não saiu pra se tratar
Pois sabia que o doutor também não tava lá
E o doutor não saiu pra medicar
Pois sabia que não tinha mais doença pra curar
No dia em que a Terra parou
sexta-feira, 26 de março de 2010
Você paga R$ 13 mil por litro.
Esse é apenas um repasse de e-mail, resumido, mas vale para pensar.
Vamos refletir sobre o preço do orégano, por exemplo:
Um saquinho de 3 g tem preço de R$ 1,99. Algo em torno de R$ 663,33 por quilo. É impressão minha ou orégano é muito mais caro que maconha?
Então, sabe o que custa R$ 13.575,00 por litro?
R.: Tinta de impressora.
É só fazer as contas. Não compramos um litro, tá certo, mas as emrpesas vendem muito mais do que isso. Litros e litros a cerca de 10ml por 56 reais. Segundo os fabricantes, retorno para os investimentos em PeD. Será?
Um cartucho HP custa R$ 5,59 por mililitro. O Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29.
A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$ 75,00.
Não fiz as contas nem conferi os preços, mas deve ser algo em torno disso mesmo.
Vamos refletir sobre o preço do orégano, por exemplo:
Um saquinho de 3 g tem preço de R$ 1,99. Algo em torno de R$ 663,33 por quilo. É impressão minha ou orégano é muito mais caro que maconha?
Então, sabe o que custa R$ 13.575,00 por litro?
R.: Tinta de impressora.
É só fazer as contas. Não compramos um litro, tá certo, mas as emrpesas vendem muito mais do que isso. Litros e litros a cerca de 10ml por 56 reais. Segundo os fabricantes, retorno para os investimentos em PeD. Será?
Um cartucho HP custa R$ 5,59 por mililitro. O Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29.
A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$ 75,00.
Não fiz as contas nem conferi os preços, mas deve ser algo em torno disso mesmo.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Bola de Meia FC aparecendo
Saiu no portal ModaKids:

A nota é essa:


A nota é essa:

FAMÍLIA TORCEDORA AGORA É UNIFORMIZADA
A grife Bola de Meia, que está expondo sua coleção na feira FIT 0/16, preparou uma coleção inspirada na Copa do Mundo voltada para a família toda. Há camisetas nomeadas com Papai, Mamãe, Filho e Filha, além de Vovô e Vovó. Além disso, a empresa está com uma coleção com estampas que remetem à África do Sul, país sede da competição.
Foto: Sampa Click
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Seu sócio é pedagógico?
Quantos sócios há na sua empresa? Você saberia dizer qual é o ambiental, qual é pedagósico e qual é o econômico? Talvez todos os sócios sejam econômicos, o que pode ser bom para sua empresa, mas chame aquele mais mão de vaca de sócio econômico.
"Sócio econômico" é um substantivo seguido de um adjetivo; não tem tracinho. Não existe o tal sócio-econômico, nem sócio-pedagógico. Agora, as palavras "socioeconômico", "socioambiental" e "sociopedagógico" existem. Social e econômico, por exemplo: prefixo "socio" (de social, e não substantivo "sócio") e o substantivo "econômico". Sem hífen, portanto.
Li hoje: "Festa dos projetos sócio-pedagógicos".
Bom, se fosse uma festa para os sócios pedagógicos, o substantivo concordaria com o adjetivo, e não haveria hífen. No entanto, sabemos que foi uma festa para os projetos sociopedagógicos.
É tão errado quanto dizer "hoje vi muitas casa-bonitas".
SOCIOPEDAGÓGICO
SOCIOAMBIENTAL
SOCIOECONÔMICO
SOCIOCULTURAL
ETC.
"Sócio econômico" é um substantivo seguido de um adjetivo; não tem tracinho. Não existe o tal sócio-econômico, nem sócio-pedagógico. Agora, as palavras "socioeconômico", "socioambiental" e "sociopedagógico" existem. Social e econômico, por exemplo: prefixo "socio" (de social, e não substantivo "sócio") e o substantivo "econômico". Sem hífen, portanto.
Li hoje: "Festa dos projetos sócio-pedagógicos".
Bom, se fosse uma festa para os sócios pedagógicos, o substantivo concordaria com o adjetivo, e não haveria hífen. No entanto, sabemos que foi uma festa para os projetos sociopedagógicos.
É tão errado quanto dizer "hoje vi muitas casa-bonitas".
SOCIOPEDAGÓGICO
SOCIOAMBIENTAL
SOCIOECONÔMICO
SOCIOCULTURAL
ETC.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Feliz Ano Novo - 2010
Vou deixar o link do cartão virtual da Tau de boas festas deste ano. Ficou muito bom, foi o melhor que vi lá. Eu só vi os 4 útlimos, não sei se tem mais, mas esse ficou excelente.
Ilustração do Anderson Barros e animação do Pablo Gardel.
Boas Festas da Tau Virtual
Ilustração do Anderson Barros e animação do Pablo Gardel.
Boas Festas da Tau Virtual
Uma vida a mais
No final de semana passado, um dos voluntários da St John em Sidney ressuscitou um cara que acabra de ter uma parada cardíaca em um evento.
O cara ta super bem agora e a família dele ganhou o melhor presente de natal possível, a vida dele.
Curioso ver como pode ser tão simples.
O cara ta super bem agora e a família dele ganhou o melhor presente de natal possível, a vida dele.
Curioso ver como pode ser tão simples.
Para um ano novo com melhores acentos
Réveillon tem acento sim, mas é no "e", tá?
Reveillón não existe, só na imaginação de alguns, que registraram parte da imagem da palavra, o acento, mas não sua posição, que não é ortodoxa para as regras do português. Assim, pegam uma palavra francesa, apagam da memória seletiva que o acento fica no "e" e jogam ele lá para o final, em função da tonicidade da sílaba, como se oxítonas terminadas em "on" fossem acentuadas.
Recebi uma news com esse Reveillón no título. A palavra ficou ainda maior, por ser título, e o erro ganhou destaque. Fica feio.
Abraços!
Reveillón não existe, só na imaginação de alguns, que registraram parte da imagem da palavra, o acento, mas não sua posição, que não é ortodoxa para as regras do português. Assim, pegam uma palavra francesa, apagam da memória seletiva que o acento fica no "e" e jogam ele lá para o final, em função da tonicidade da sílaba, como se oxítonas terminadas em "on" fossem acentuadas.
Recebi uma news com esse Reveillón no título. A palavra ficou ainda maior, por ser título, e o erro ganhou destaque. Fica feio.
Abraços!
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acento ortografia "ano novo" Réveillon
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
ai ai ai
Olá. Me chamo Fulando de Tal, sou assessor de comunicação do Instituto Bla Bla Bla. Após avaliação de alguns currículos, escolhemos você para a segunda fase da seleção.
Bom, os verdadeiros nomes foram omitidos. Esse assessor de comunicação não deveria saber que não se começa frase com pronome oblíquo atóno?
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Encaminhando....UMA BURCA PARA GEISEY
(Desconheço o autor)
UMA BURCA PARA GEISEY
Miguezim de Princesa
I
Quando Geisy apareceu
Balançando o mucumbu
Na Faculdade Uniban,
Foi o maior sururu:
Teve reza e ladainha;
Não sabia que uma calcinha
Causava tanto rebu.
II
Trajava um mini-vestido,
Arrochado e cor de rosa;
Perfumada de extrato,
Toda ancha e toda prosa,
Pensou que estava abafando
E ia ter rapaz gritando:
"Arrocha a tampa, gostosa!"
III
Mas Geisy se enganou,
O paulista é acanhado:
Quando vê lance de perna,
Fica logo indignado.
Os motivos eu não sei,
Mas pra passeata gay
Vai todo mundo animado!
IV
Ainda na escadaria,
Só se ouvia a estudantada
Dando urros, dando gritos,
Colérica e indignada
Como quem vai para a luta,
Chamando-a de prostituta
E de mulherzinha safada.
V
Geisy ficou acuada,
Num canto, triste a chorar,
Procurou um agasalho
Para cobrir o lugar,
Quando um rapaz inocente
Disse: "oh troço mais indecente,
Acho que vou desmaiar!"
VI
A Faculdade Uniban,
Que está em último lugar
Nas provas que o MEC faz,
Quis logo se destacar:
Decidiu no mesmo instante
Expulsar a estudante
Do seu quadro regular.
VII
Totalmente escorraçada,
Sem ter mais onde estudar,
Geisy precisa de ajuda
Para a vida retomar,
Mas na novela das oito
É um tal de molhar biscoito
E ninguém pra reclamar.
VIII
O fato repercutiu
De Paris até Omã.
Soube que Ahmadinejad
Festejou lá no Irã,
Foi uma festa de arromba
Com direito a carro-bomba
Da milícia Talibã.
IX
E o rico Osama Bin Laden,
Agradecendo a Alá,
Nas montanhas cazaquistãs
Onde foi se homiziar
Com uma cigana turca,
Mandou fazer uma burca
Para a brasileira usar.
X
Fica pra Geisy a lição
Desse poeta matuto:
Proteja seu bom guardado
Da cólera dos impolutos,
Guarde bem o tacacá
E só resolva mostrar
A quem gosta do produto.
UMA BURCA PARA GEISEY
Miguezim de Princesa
I
Quando Geisy apareceu
Balançando o mucumbu
Na Faculdade Uniban,
Foi o maior sururu:
Teve reza e ladainha;
Não sabia que uma calcinha
Causava tanto rebu.
II
Trajava um mini-vestido,
Arrochado e cor de rosa;
Perfumada de extrato,
Toda ancha e toda prosa,
Pensou que estava abafando
E ia ter rapaz gritando:
"Arrocha a tampa, gostosa!"
III
Mas Geisy se enganou,
O paulista é acanhado:
Quando vê lance de perna,
Fica logo indignado.
Os motivos eu não sei,
Mas pra passeata gay
Vai todo mundo animado!
IV
Ainda na escadaria,
Só se ouvia a estudantada
Dando urros, dando gritos,
Colérica e indignada
Como quem vai para a luta,
Chamando-a de prostituta
E de mulherzinha safada.
V
Geisy ficou acuada,
Num canto, triste a chorar,
Procurou um agasalho
Para cobrir o lugar,
Quando um rapaz inocente
Disse: "oh troço mais indecente,
Acho que vou desmaiar!"
VI
A Faculdade Uniban,
Que está em último lugar
Nas provas que o MEC faz,
Quis logo se destacar:
Decidiu no mesmo instante
Expulsar a estudante
Do seu quadro regular.
VII
Totalmente escorraçada,
Sem ter mais onde estudar,
Geisy precisa de ajuda
Para a vida retomar,
Mas na novela das oito
É um tal de molhar biscoito
E ninguém pra reclamar.
VIII
O fato repercutiu
De Paris até Omã.
Soube que Ahmadinejad
Festejou lá no Irã,
Foi uma festa de arromba
Com direito a carro-bomba
Da milícia Talibã.
IX
E o rico Osama Bin Laden,
Agradecendo a Alá,
Nas montanhas cazaquistãs
Onde foi se homiziar
Com uma cigana turca,
Mandou fazer uma burca
Para a brasileira usar.
X
Fica pra Geisy a lição
Desse poeta matuto:
Proteja seu bom guardado
Da cólera dos impolutos,
Guarde bem o tacacá
E só resolva mostrar
A quem gosta do produto.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Sobre o Twitter, assim que vi e pensei ter entendido a ferramente, imaginei: mais um incentivo ao pensamento rápido e sem lastro.
Tempos depois, li que Saramago disse algo semelhante: mais um passo da humanidade em direção ao grunido. Um retrocesso na comunicação.
Hoje entendo a ferramente e penso que não é bem assim. O Twitter não substitui a fala. Ele ocupa o lugar do grunido, que nunca deixou de existir.
Você está andando na rua e vê um conhecido do outro lado:
a) Você grita “ei” ou assobia e, após chamar a atenção do interlocutor, você inicia a comunicação: “Como vai? E a esposa? Terminou aquele trabalho...?”
b) Você começa a falar antes de chamar a atenção da pessoa.
O “ei”, “olá”, “opa”, “alô” permanece desde os tempos da caverna e está no início do processo de comunicação que estabelecemos diariamente com nossos interlocutores. Para isso serve o Twitter.
- Veja o link que achei.
- Vídeo sobre nossas pesquisas de célula-tronco.
- Antropólogo publica artigo sobre invasões de terra.
O nome não deixa dúvidas. Trata-se de um assobio: ei, psiu. Do assobio você conduz sua conversa para um ponto relevante.
Não descartemos, porém, os casos em que a conversa toda tenha seu início, meio e fim na plataforma do Twitter, presa aos 140 caracteres por etapa. O bom e velho “ou, ó o auê aí ó”, “ô, caô”, “só”, “só”, “só”, “podes crer”, “vai mudar de assunto?”
Isso, porém, não é incentivo da ferramenta. O problema é que cada um dá o que tem, mas é possível ir mais adiante, sem dúvida, e não pensar que estamos obrigados a restringir nosso pensamento e comunicação a um pequeno retângulo com limite de letras.
Tempos depois, li que Saramago disse algo semelhante: mais um passo da humanidade em direção ao grunido. Um retrocesso na comunicação.
Hoje entendo a ferramente e penso que não é bem assim. O Twitter não substitui a fala. Ele ocupa o lugar do grunido, que nunca deixou de existir.
Você está andando na rua e vê um conhecido do outro lado:
a) Você grita “ei” ou assobia e, após chamar a atenção do interlocutor, você inicia a comunicação: “Como vai? E a esposa? Terminou aquele trabalho...?”
b) Você começa a falar antes de chamar a atenção da pessoa.
O “ei”, “olá”, “opa”, “alô” permanece desde os tempos da caverna e está no início do processo de comunicação que estabelecemos diariamente com nossos interlocutores. Para isso serve o Twitter.
- Veja o link que achei.
- Vídeo sobre nossas pesquisas de célula-tronco.
- Antropólogo publica artigo sobre invasões de terra.
O nome não deixa dúvidas. Trata-se de um assobio: ei, psiu. Do assobio você conduz sua conversa para um ponto relevante.
Não descartemos, porém, os casos em que a conversa toda tenha seu início, meio e fim na plataforma do Twitter, presa aos 140 caracteres por etapa. O bom e velho “ou, ó o auê aí ó”, “ô, caô”, “só”, “só”, “só”, “podes crer”, “vai mudar de assunto?”
Isso, porém, não é incentivo da ferramenta. O problema é que cada um dá o que tem, mas é possível ir mais adiante, sem dúvida, e não pensar que estamos obrigados a restringir nosso pensamento e comunicação a um pequeno retângulo com limite de letras.
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